
Temo que amanhã eu acorde e v. tenha bordado as velas da nau.
Temo que a última cena seja essa:
Primeiro v. dirá, A arquitetura do desespero e do medo, só o que teus olhos sabem decifrar. Teu coração bate o luto dos dias.
Depois prepara o café enquanto cola selos em postais de despedida, Esse é para meu pai que, mesmo morto, ainda martela, em meus sonhos, a rigidez e a palmatória.
FIM.
Temo que a última cena seja essa:
Primeiro v. dirá, A arquitetura do desespero e do medo, só o que teus olhos sabem decifrar. Teu coração bate o luto dos dias.
Depois prepara o café enquanto cola selos em postais de despedida, Esse é para meu pai que, mesmo morto, ainda martela, em meus sonhos, a rigidez e a palmatória.
FIM.
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